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Software para Condomínio: 3 dicas para escolher o melhor!

Escolher um bom software para condomínio é a melhor forma de garantir uma boa gestão das contas e dos serviços! 

O software ou sistema para condomínio é uma ferramenta importante e aliada de uma boa gestão.

Através dele conseguimos eliminar tabelas e mais tabelas, planilhas e mais planilhas e utilizamos apenas um software para centralizar todas as informações pertinentes à contabilidade do condomínio.

Além de uma melhor gestão financeira, também é possível organizar todas as contas a pagar e a receber, controlando de forma ainda mais positiva todo o fluxo financeiro do condomínio.

Os melhores softwares voltados para a gestão condominial também estão integrados com apps para smartphones, possibilitando que síndicos e moradores possam sempre ficar a par de suas questões financeiras.

Conheça, agora, tudo sobre as vantagens de apostar em um bom sistema para condomínio!

Entre em contato agora com os nossos especialistas e solicite o seu software para condomínio!

Software para condomínio: o que é?

software para condomínio: o que é?
O que é um software de sistema para condomínio?

Um software para condomínio é uma ferramenta essencial para uma boa gestão.

É uma ferramenta organizada para que o trabalho do síndico e da administradora possa ser melhor realizado, tornando-o mais acessível para todos.

Os melhores sistemas para condomínios contam com ferramentas que automatizam cálculos, rateios e ainda distribuem informações importantes diretamente nos apps dos condôminos, deixando todos a par de suas responsabilidades financeiras.

É interessante poder contar com esse tipo de ferramenta por conta do compartilhamento de informações.

Com essas informações devidamente compartilhadas, o síndico acessa facilmente documentos e demais dados de qualquer ambiente que esteja coberto por uma conexão com a Internet, seja no celular, no computador ou no tablet.

Por que ter um sistema para condomínio é importante hoje em dia?

Com a comunicação cada vez mais ambientada no mundo virtual, é necessário que o condomínio também possa caminhar junto com as funcionalidades e praticidades dessa forma de comunicação.

O software de gestão se torna importante por conta dos benefícios que traz à organização condominial, bem como para síndicos e moradores.

Um dos principais serviços que um bom software deve oferecer é a integração com os aplicativos de smartphone, que acabam por tornar a comunicação entre o condomínio e os moradores muito mais efetiva.

Assim, há um aprimoramento dos serviços oferecidos pelo condomínio, bem como maior transparência sobre eles.

Como um software para condomínio te ajudará na administração

Um bom software de condomínio contribui com uma melhor administração das contas a pagar e receber, sobretudo pela possibilidade de centralização de todos os dados financeiros.

Com a centralização dos dados, é possível criar todas as fórmulas que fazem com que haja um rateio perfeito dos custos de manutenção do condomínio.

Esse tipo de software também contribui com uma melhor transparência de todos os movimentos financeiros do condomínio, com a verificação de recebimentos e de boletos ainda a pagar.

Principais vantagens de um software para portaria de condomínio

Os softwares de administração condominial precisam contar com algumas vantagens para  que possam contribuir com o melhor controle financeiro.

Veja, a seguir, quais são as principais vantagens do software a ser escolhido pelo seu condomínio!

Contribui com uma melhor gestão das finanças do condomínio

A principal vantagem de contar com um sistema contábil para condomínios, é poder melhorar a gestão das contas e dos fluxos de caixa, sobretudo aqueles que contribuem com as previsões orçamentárias futuras.

O software também gera relatórios que são importantes para uma melhor administração dos fluxos de caixa e, sobretudo, planejamento financeiro futuro.

Aprimora a transparência das contas do condomínio

Com o controle ideal das finanças do condomínio, é possível levar mais transparência para as contas e, sobretudo, para os moradores, que podem ter acesso às contas do condomínio já em seu smartphone.

Assim, temos uma administração ainda mais transparente, moradores mais tranquilos e bem informados sobre todas as contas do condomínio.

Reduz os custos de administração do condomínio

Um dos grandes benefícios na utilização de um software de gestão condominial está relacionado com a redução dos custos de administração, sobretudo com a redução dos custos com impressão, tinta, papel e com o grande volume de documentos para conservar.

Com a centralização das informações financeiras geradas pelo condomínio, também é possível identificar gargalos, melhorando também o direcionamento dos recursos.

Melhora a comunicação entre os moradores

Com o aplicativo, é possível distribuir rapidamente circulares e informações que todos os moradores devem ter ciência.

Diretamente do software, o síndico pode redigir e distribuir memorandos, circulares, convocações de assembleia do condomínio e, até mesmo, fazer com que se divulguem as atas criadas em assembleias.

Torna a administração do condomínio ainda mais prática

Com a devida automatização das atividades e tarefas do condomínio, o controle financeiro acaba se tornando muito mais prático e possível de ser acessado de qualquer plataforma com conexão à Internet.

Ainda é possível, também, inserir e integrar documentos, criar regras, para melhor distribuição de recursos, entre outros.

3 dicas para escolher o melhor software para administração de condomínios

software para condominio: dicas para escolher
3 dicas para não errar na escolha de um sistema para gestão de condomínios

Na hora de escolher o melhor software para condomínios, é importante ficar de olho em algumas dicas.

Veja mais quais são elas!

1. Verifique se o software possui integração com aplicativos para celular

Quando você for escolher o sistema para o controle financeiro do seu condomínio, fique de olho se ele possui integração com um aplicativo para os moradores.

Isso faz com que você e seus condôminos possam acompanhar, de perto, toda a gestão do condomínio, levando mais transparência para as contas e para a administração delas.

2. Verifique a frequência de atualizações que o sistema sofre

As atualizações de sistema são muito importantes para que erros possam ser corrigidos e para que o sistema tenha novas funcionalidades acrescentadas.

Antes de comprar um software, investigue como são as atualizações dele, especificamente em relação aos tributos – se ele os calcula automaticamente, sobretudo.

3. Avalie a experiência de outros condomínios e síndicos

Sempre que puder, converse com outros síndicos – você pode encontrá-los em grupos de redes sociais, por exemplo, ou até mesmo com os seus vizinhos!

Eles podem já ter experiências importantes com sistemas para condomínio e, juntos, vocês podem trocar experiências e descobrir qual a melhor solução para cada realidade.

Conheça o software para condomínio da Roche

O software para condomínios criado pela Roche oferece a você uma experiência super completa de gestão condominial.

Com um aplicativo criado para smartphones, você pode disparar comunicados rapidamente para seus condôminos, que também ganham diversas funcionalidades, tais como:

  • Emergência médica;
  • Botão de pânico;
  • Entrada monitorada;
  • Câmera;
  • Acessos.

E muito mais!

Leia também: Veja 3 aplicativos para condomínio que poderão melhorar a gestão do seu tempo de trabalho

Conclusão

As principais vantagens de contar com um software para a gestão de condomínios é a forma centralizada de lidar com todas as questões financeiras do trabalho administrativo.

Reunindo todos os fluxos de entradas e saídas em um único local, é possível acompanhar constantemente os fluxos de entrada e saída, acompanhamento de pagamentos e, ainda, enviar comunicados rapidamente para todos os condôminos.

Fale com os nossos especialistas e solicite o seu software para condomínio!

5 Tipos de Extintores: Descubra Quais São e Para Que Servem

Cada um dos tipos de extintores tem uma função específica e conhecê-las é essencial para que você possa manusear o equipamento com segurança.

Os incêndios podem causar complicações graves, sobretudo quando não são controlados rapidamente ou tão logo identificados. Segundo o Instituto Sprinkler Brasil, em 2019 foram registradas mais de 800 ocorrências de incêndio estruturais noticiadas na imprensa.

Por isso, é importante que conheçamos todos os tipos e para que servem os extintores, e porque cada tipo de material incinerado exige uma intervenção específica.

Hoje, você poderá conhecer quais são os tipos, quais são os principais agentes extintores e o que cada um tem de efeito, bem como a forma correta de utilizá-los.

Saiba mais agora!

Conheça os serviços da Roche para o seu condomínio

O que é um extintor de incêndio?

Um extintor de incêndio é um equipamento de segurança que tem por função eliminar focos de incêndio, seja de um local, seja de um objeto.

O primeiro extintor de incêndio foi criado em 1734 por um médico alemão chamado M. Fuchs, que criou um dispositivo carregado com sal marinho, que deveria ser lançado ao fogo.

Já o extintor de incêndio como conhecemos foi criado em 1813 por um militar inglês chamado George W. Manby, depois de ter presenciado um incêndio de grandes proporções, em que as mangueiras dos bombeiros não eram capazes de conter a violência das chamas.

Por conta do que presenciou, Manby criou um dispositivo portátil, que poderia ser carregado para qualquer ambiente, a fim de conter incêndios.

O dispositivo era carregado com potassa cáustica, solução capaz de impedir a propagação de incêndios.

Quais são as classes de incêndio?

tipos de extintores: quais são as classes de incêndio?
Classes de incêndio: entenda quais são

Cada um dos tipos de extintores de incêndio tem uma especificidade e é importante reconhecê-los para que a utilização do equipamento possa se dar de forma correta.

As classes são determinadas pelo tipo de incêndio e o material que pegou fogo.

Classe A

Esse tipo de incêndio é causado por materiais sólidos e geralmente se concentra em papéis, tecidos e madeiras.

Quando ocorre, esse tipo de incêndio deixa como resíduos cinzas e carvão.

Classe B

Os incêndios dessa classe são causados por materiais inflamáveis, como líquidos ou gases.

Incêndios causados por álcool, querosene, gasolina e outros produtos destes tipos são exemplos.

Classe C

Os incêndios desta classe são causados por materiais elétricos energizados, tais como quadros de força, cabos, computadores, geradores ou transformadores.

Classe D

Os incêndios desta classe são causados por materiais pirofóricos, tais como lítio, zinco, urânio ou titânio, que entram em combustão facilmente e liberam partículas muito finas.

Classe K

Por fim, os incêndios desta classe acontecem com óleos de cozinha e outros tipos de gordura.

Estão relacionados ao uso de grelhas, fritadeiras, assadeiras e outros tipos de equipamentos como estes, quando atingem altas temperaturas.

Tipos de extintores de incêndio e recomendações

tipos de extintores de incêncio para condomínios
Quais os tipos de extintores existentes no mercado?

Cada tipo de extintor de incêndio tem uma especificidade e uma finalidade.

É necessário que em cada foco de incêndio seja utilizado um extintor específico para que possa ser controlado de forma adequada.

Extintor com carga de água

Deve ser utilizado em focos de incêndio de classe A, que tenham como foco:

  • Papéis;
  • Madeiras;
  • Tecidos e materiais semelhantes.

A sua ação promove resfriamento dos materiais inflamados e, ainda, os abafa.

Extintor com carga de gás carbônico

Funciona através do abafamento das chamas e, posteriormente, do resfriamento dos materiais inflamados.

Seu uso não é recomendado em ambientes pequenos, por conta do gás CO2 ser altamente asfixiante.

Deve ser utilizado somente em casos de incêndios provocados por eletricidade, bem como em casos de incêndios causados por óleos de cozinha.

Assim, só deve ser utilizado em incêndios de classes C e K.

Extintor com carga Pó Químico B/C

Esse tipo de extintor, tal como o próprio nome diz, deve ser utilizado em incêndios de classes B e C, causados por:

  • Gases inflamáveis;
  • Eletricidade;
  • Líquidos e gases inflamáveis.

Esse tipo de extintor atua resfriando o calor e interrompendo a combustão.

Extintor com carga Pó Químico A/B/C

O extintor A/B/C é um composto químico que é recomendado para combater incêndios tanto em indústrias, quanto em residências e comércios.

Quando acionado, ele despeja monofosfato de amônia siliconizado que, quando entra em contato com a superfície aquecida, derrete e combate o incêndio de classe A.

Já quando entra em contato com incêndios de classe B, abafa as chamas.

A única das suas recomendações é que não seja utilizado em incêndios causados por eletricidade.

Extintor com carga Espuma mecânica

Este tipo de extintor é carregado com espuma mecânica, que é um detergente concentrado.

Uma vez acionado, produz espuma, abafando e resfriando a superfície em chamas.

Por conta da sua constituição, é mais recomendado para incêndios de classe B, que podem ser causados tanto por gases quanto por líquidos.

Recomendação de uso para todos os tipos de extintores de incêndio

O uso de qualquer um dos tipos de extintores de incêndio é muito simples e deve ser de conhecimento amplo.

Tão logo se identifique um princípio de incêndio, é importante verificar rapidamente o tipo de extintor disponível, bem como o tipo de incêndio originado e sua causa.

Então, segure o extintor de incêndio na posição vertical e rompa o lacre de segurança, girando-o.

Depois, acione a sua alavanca, liberando o seu conteúdo.

Essas instruções simples são válidas para todos os tipos de extintores de incêndio e vale, sempre, tê-las em mente.

Além disso, é importante que você sempre saiba onde estão os extintores mais próximos do seu apartamento, nas áreas comuns do seu prédio, em seu trabalho e no local de estudos dos seus filhos.

É importante, para que você consiga acessar rapidamente o extintor de que precisa, que os acessos nunca sejam obstruídos.

Leia também: Descubra dicas práticas para melhorar a segurança do seu condomínio.

Conclusão

Quando se trata de incêndios, é importante reconhecer as suas causas, bem como os diferentes tipos de extintores, a fim de que você consiga rapidamente intervir, impedindo que haja uma reação em cadeia ainda mais intensa e perigosa.

É importante, igualmente, que se aprenda também a manusear corretamente um extintor de incêndio, sobretudo para que seja possível, rapidamente, identificar qual dos tipos de extintores deve ser acionado.

Quer ficar por dentro de tudo do mundo dos condomínios? Então, aproveite mais estes conteúdos aqui:

Instalação de equipamentos de segurança: 7 principais itens

Manutenção de elevadores: saiba como garantir a segurança

Manutenção predial: serviços e periodicidade recomendada

Para-raio: O que é e Principais Tipos

Você sabe como funciona um para-raio? Compreenda como esse equipamento de segurança funciona e avalie se seu prédio precisa de um!

Todo mundo já deve ter presenciado, pelo menos uma vez na vida, uma tempestade bem no centro de uma cidade.

Foi em meio a uma tempestade dessas no dia 15 de junho de 1752 que o americano Benjamin Franklin resolveu provar algumas de suas suposições científicas e acabou criando para-raio.

Aquela tempestade de raios, para muitos, pode causar grande aflição, mas, quando temos esse equipamento a nosso favor, conseguimos passar com segurança por esses momentos.

Mas você sabe, exatamente, como funciona este equipamento indispensável para a segurança de alguns prédios?

Saiba mais agora sobre os tipos, como fazer a instalação desse, como e quanto cada tipo de para-raio protege, inclusive em quantos metros.

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Como funciona o para-raio?

como-funciona-para-raiosUm para-raio é uma haste de metal conectada em cabos de alumínio ou de cobre, que vão até o chão.

A forma desse equipamento deve ser pontiaguda justamente porque, dessa forma, ela pode oferecer um caminho para a dissipação da corrente elétrica.

Embora se acredite que esses equipamentos atraem a descarga, isso não é necessariamente verdade.

O raio encontra na haste pontuda do equipamento uma forma de ser conduzido para o solo, seu destino final corriqueiro.

Uma vez “atraídos”, os raios são imediatamente puxados para o solo, sem que causem qualquer tipo de dano que comprometa, por exemplo, os aparelhos eletrônicos nas residências.

O para-raio protege quantos metros?

O grau de proteção deste equipamento depende, necessariamente, da altura em que ele está posicionado.

Para fazermos um cálculo de como funciona esse grau de proteção, basta observarmos sempre a altura em que ele está instalado.

Se ele está instalado em uma altura de 60 m, o equipamento oferece uma proteção de 60 m em área de cone, supondo o topo do para-raio como o ponto mais alto da formação geométrica.

Em níveis de proteção, podemos considerar que:

  • Nível I: instalado em até 20m;
  • Nível II: instalado em até 30m;
  • Nível III: instalado em até 45m;
  • Nível IV: instalado em até 60m.

Quanto mais alto for o nível do equipamento, maior será, portanto, a proteção que ele oferece.

Tipos de para-raio

Existem dois tipos de para-raio, conforme podemos ver a seguir.

Para-raios Franklin

São feitos por três hastes de metal pontiagudas, que são ligadas, por meio de cabos de cobre ou de alumínio, ao solo.

Esse é o tipo de equipamento mais comum contra raios e é muito eficiente ao conduzir a descarga elétrica para o solo.

Para-raios de Melsens

Este tipo de equipamento tem a mesma função que o tipo mais comum, mas funciona também como um mecanismo que repulsa as ondas elétricas disparadas pela atmosfera.

A sua ação é similar à de uma gaiola de Faraday, de forma que envolve todas as construções com fios metálicos com hastes metálicas, totalmente aterradas ao chão, neutralizando as descargas de raios.

Problemas que o raio pode causar em seu condomínio

para-raios-para-condominio

Uma descarga elétrica pode ocasionar a queima de equipamentos elétricos ligados à energia no momento da queda do raio.

Isso pode causar um grande prejuízo tanto para os moradores quanto para o próprio condomínio, que pode ter prejuízos com seus equipamentos de segurança, por exemplo.

É por conta disso que é tão importante que cada condomínio conte com seu equipamento de segurança contra raios, seja ele de que modelo for.

Essa instalação contribui com a conservação material dos bens dos moradores e com a própria conservação dos bens do condomínio.

Por que é importante instalar o para-raio

Os raios oferecem riscos para a estrutura de um prédio, para equipamentos elétricos, para animais e para pessoas, quando estiverem em áreas abertas.

Por conta disso e para que possamos contribuir com a preservação dos bens e do bem estar dos moradores do nosso condomínio, é essencial contar com um para-raio.

Este tipo de equipamento, quando instalado de forma correta e devidamente aterrado, pode realmente salvar vidas e prevenir acidentes graves, como incêndios ou comprometimentos estruturais de um prédio.

Regras e normas para instalação

Algumas regras e normas devem ser seguidas para que a instalação deste tipo de equipamento de segurança seja eficaz.

Confira, agora, cada uma delas!

Norma NBR 5419

A NBR 5419 é um documento criado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e trata de quais condições um projeto deve ter para que receba a proteção obrigatória contra descargas atmosféricas.

Tal norma estabelece que todas as estruturas comuns que são utilizadas para fins habitacionais, agrícolas, comerciais e administrativos superiores a 10 metros devem ter fixado em sua estrutura um para-raios.

O que é SPDA e como saber se o meu condomínio precisa

O para-raios também pode receber o nome de Sistema de Proteção para Descargas Atmosféricas (SPDA) e a sua instalação é obrigatória em prédios a partir de 10 metros de altura de natureza comercial ou residencial.

Em escolas, repartições públicas, hospitais e outros congêneres de atividade pública, a estrutura deve ser colocada em qualquer ambiente com área superior a mais de 1,2 mil metros quadrados.

Quem faz a verificação da instalação do SPDA é o Corpo de Bombeiros.

Altura mínima para instalação

A NBR 5419 é o documento que guia a instalação desse equipamento no Brasil.

Segundo o documento, todas as edificações com mais de 10 metros de altura devem ter um equipamento de proteção contra descargas atmosféricas fixado em sua estrutura.

Isto assegura os moradores ou usuários do espaço público contra acidentes causados por descargas atmosféricas, bem como permitiria que os bens resguardados no edifício se mantivessem seguros.

Cuidados para a manutenção de para-raio em prédios antigos

A manutenção do equipamento envolve uma série de cuidados que devem ser observados já no momento de sua instalação:

  • Deve-se monitorar a qualidade e a integridade dos cabos condutores, sobretudo avaliando se não estão quebrados ou oxidados;
  • Tanto as hastes quanto os isoladores devem estar devidamente esticados e, sobretudo, bem fixados à estrutura do prédio;
  • Sempre deve ser observada a integridade da luz piloto do equipamento, que sempre deve permanecer acesa;
  • A caixa d ‘ água do prédio também deve estar aterrada, bem como as antenas de telecomunicação que o prédio possa ter.

Melhor época do ano para realizar manutenção

No Brasil, a maior incidência de chuvas se concentra na primavera e no verão, chegando a 90%.

Portanto, nos meses em que há maior incidência de chuva, devemos ficar bem longe da manutenção desses equipamentos, sobretudo porque nestas ocasiões a chuva pode se formar de maneira repentina.

Leia também: Entenda o que é manutenção predial e como ela pode garantir a segurança dos moradores do seu condomínio

Conclusão

Conforme vimos, o Brasil é um dos maiores campeões em formação de raios e, por conta disso, contar com um equipamento de proteção contra descargas atmosféricas é essencial.

Existem dois tipos de para-raios e ambos são muito seguros para moradores e usuários de ambientes públicos.

A adoção do equipamento, segundo a norma técnica que predispõe sobre sua instalação e a manutenção, é obrigatória em edifícios com mais de 10m de altura.

Verificar se o seu prédio precisa contar com um para-raios ou se a manutenção dele é feita de maneira adequada é essencial para a segurança de todos os moradores, animais e, também, para os seus bens eletrônicos.

Atestado para piscina: 5 principais dúvidas e Modelo para Uso

Pode até ser polêmico, mas o atestado para piscina de condomínio é uma exigência que visa assegurar a saúde de todos aqueles que irão utilizar a dependência.

Embora possa ser controverso e ainda não haja um entendimento legal sobre o tema e sua obrigatoriedade, exigir um atestado para piscina de condomínio está entre as regras mais comuns de empreendimentos que disponham dessa benfeitoria.

Enquanto síndico é seu dever zelar pela saúde de todos e, sobretudo, pelas boas normas de convívio dos moradores do seu condomínio. Assim, em virtude dessa demanda primordial do trabalho do síndico, devemos buscar uma alternativa para que, sem qualquer tipo de constrangimento, o morador possa ser considerado apto para frequentar a piscina do condomínio.

Vale lembrar que o atestado médico não visa constranger ninguém, tampouco proibir que o morador desfrute do que adquiriu juntamente do seu apartamento ou unidade.01

O atestado médico para piscina visa, apenas, proteger a saúde de todos, de forma conjunta. Assim, hoje, vamos te ajudar a compreender melhor tudo sobre como conseguir atestado médico para piscina, onde fazer exame para entrar na piscina e ainda te dar um modelo de atestado para compartilhar com seus moradores!

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O atestado para piscina de condomínio é obrigatório?

Embora não haja em nenhuma lei previsão que torne obrigatória a apresentação de atestado médico para a utilização da piscina do condomínio, é importante ressaltar que cada condomínio possui um regimento interno e também uma convenção condominial.

Se houver em qualquer um dos documentos a obrigatoriedade de apresentação de atestado médico para que o morador e o seu visitante frequentem a piscina, assim, ele se torna obrigatório.

Caso em seu condomínio ainda não haja tal obrigatoriedade prevista em regimento interno ou em convenção, vale o esforço de, em assembleia, votar a pauta.

Benefícios do atestado para piscina

Um dos maiores benefícios ao se exigir este tipo de documento é, sem dúvida, promover maior segurança para os frequentadores da piscina do seu condomínio.

Além de todas as doenças que podem ser contraídas em uma piscina há também a própria avaliação do médico, que irá liberar ou não o seu paciente para a utilização deste ambiente.

Isso previne o condomínio de eventuais complicações relacionadas à saúde e à segurança das suas instalações, além de promover, também, um contrato de confiança entre aquelas pessoas que utilizam a piscina.

5 principais dúvidas sobre o atestado para piscina

Algumas dúvidas podem ser suscitadas quando você propuser – caso ainda não seja obrigatória – a apresentação de atestado médico para piscina, na próxima assembleia do seu condomínio.

Estar apto para respondê-las pode contribuir para que seus condôminos entendam a importância de se buscar atendimento médico anterior à utilização dos meios aquáticos do condomínio, sobretudo para a segurança do próprio usuário.

Veja, a seguir, quais são as dúvidas mais comuns quando este assunto entra em pauta nos condomínios.

O atestado tem validade?

Pode ser difícil conferir validade a um documento expedido por alguém que faz uma avaliação de saúde que se limita a observar o paciente naquele exato momento da consulta.

Isso se deve, sobretudo, ao fato de que sintomas ou doenças surgem a qualquer momento de nossa vida e que, nem sempre, buscamos um médico apenas quando estamos nos sentindo mal ou notamos que algo não vai bem em nosso corpo.

Diante disto, determinar uma validade para o atestado médico é essencial, uma vez que o corpo muda o tempo todo e buscar respaldo na opinião de um especialista, de quando em quando, pode determinar se o paciente desfruta mesmo de boa saúde.

A princípio, alguns condomínios exigem a apresentação anual de um atestado médico que comprove a boa saúde de seus moradores, mas este prazo pode variar conforme cada caso e, portanto, ser ainda definido pela assembleia de condomínio.

Quem tem frieira pode entrar na piscina?

A frieira nada mais é do que uma micose, que é uma lesão na pele ou nas unhas causadas por fungos. Quem tem uma infecção por fungos não deve frequentar piscinas, pois, no meio aquoso, essa infestação pode rapidamente alcançar outros moradores.

Assim, o ideal para pessoas que apresentarem este tipo de problema de saúde é tratá-lo adequadamente junto com o seu médico de confiança para depois solicitar um documento que as libere para a piscina.

Como o exame é realizado?

O exame é bastante simples e envolve, basicamente, a análise da situação da pele do paciente, bem como das unhas. Eventualmente, condições de saúde gerais também são analisadas pelo médico, tais como:

  • Aferição da pressão arterial;
  • Ausculta do coração e dos pulmões;
  • Verificação de doenças prévias.

Com base nos resultados de todos esses levantamentos de saúde é possível determinar se o morador está apto a frequentar a piscina do condomínio, sem prejuízos para sua própria saúde e sem prejuízos para a saúde dos seus vizinhos.

Onde fazer este tipo de exame?

Somente um médico com CRM pode fornecer qualquer tipo de atestado de saúde. Assim, você pode buscar ajuda de um médico de saúde da família, de um clínico geral e até mesmo de um dermatologista.

Desde que ele ofereça todos os documentos necessários e que ateste sua saúde, certamente o atestado de saúde fornecido por ele será aceito pelo condomínio.

Como passar a exigir um atestado de saúde?

É importante que a convenção e o regimento interno do condomínio seja previamente alterado a fim de tornar o cumprimento da exigência obrigatório. Feito isto, determine uma data para que todos os interessados tenham tempo hábil para fornecer seus atestados de saúde.

Faça com que a informação esteja presente em lugares visíveis a todos, como murais e elevadores e cobre de cada morador a apresentação do atestado. Se possível for, fale com um médico de sua confiança para verificar a possibilidade de um dia de atendimento para o seu condomínio.

Assim todos se sentem mais confortáveis para buscar essa ajuda, sem maiores complicações ou problemas.

Modelo de atestado para piscina

Abaixo, segue um modelo para que você possa fornecer para seus condôminos:

ATESTADO MÉDICO

Atesto para os devidos fins que – NOME DO PACIENTE -, portador do documento de identificação – NÚMERO DO RG – está apto para frequentar meios aquáticos públicos.

NOME DO PACIENTE não apresentou qualquer alteração nos seus exames clínicos que contraindiquem a prática esportiva ou o lazer em meio aquático.

Cidade, dia, mês, ano.

Assinatura e carimbo.

Leia também: Saiba como realizar uma desinfecção completa de ambientes para tornar o seu condomínio bem mais protegido contra o Coronavírus

 

Ata de condomínio: entenda o que é, como preparar e distribuir

A ata de condomínio é um dispositivo legal de suma importância para assegurar que as assembleias sejam documentadas e validadas

A ata é um documento oficial que tem por objetivo registrar e documentar tudo o que acontece em uma assembleia de condomínioNo entanto, para que preserve sua viabilidade diante da justiça, a ata de assembleia é um documento que tem uma série de regras que precisam ser seguidas.

As regras para a confecção de ata de condomínio devem estar previstas no documento maior de qualquer condomínio, que é a convençãoEmbora não seja um documento previsto em lei – a ata não é mencionada pelo Código Civil -, é a forma que configurou-se como a ideal para registrar os acontecimentos relativos ao condomínio, sobretudo em sua assembleia.

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Entenda o que é a ata de condomínio

A ata de condomínio é um documento que deve refletir os acontecimentos da assembleia, mas não se resume somente a isso. Quando convocada a assembleia, é ideal que se prepare, também, o texto inicial da ata, que deve trazer também em sua integralidade a convocação.

Na convocação de assembleia é importante que sejam previstos os assuntos que serão tratados durante a reunião. É sempre importante ressaltar que a ata deve ser inteiramente fiel às discussões, votações e demais intervenções feitas durante a assembleia.

Atualmente, a fim de manter essa característica tão importante da ata, muitas assembleias são gravadas integralmente e depois transcritas.

Quem é o responsável por fazer a ata de assembleia?

A ata de reunião de condomínio deve ser elaborada pelo secretário da mesa, seja ele o advogado ou o administrador do condomínio. Essa pessoa é a responsável por registrar de forma clara e adequada todos os acontecimentos da assembleia.

Desde a convocação até o que acontece na assembleia como um todo, a responsabilidade pelo registo é do secretário da mesa, seja ele quem o condomínio determinar.

Como funciona a lei sobre ata de reunião de condomínio

A ata de condomínio é um documento que deve estar previsto na convenção condominial. Seu prazo de entrega é de oito dias corridos, conforme determinava a Lei 4591/64 e que não foi substituída em sua integralidade pelo novo Código Civil de 2002.

Conforme determina a lei, a ata é um documento público, que deve ser mantida acessível a todos aqueles que por ela venham a se interessar. Por conta desse princípio de transparência, é importante que seja assinada por todos os integrantes da mesa que coordenou os trabalhos da assembleia.

Não é prevista em qualquer dispositivo legal a necessidade de se registrar a ata em cartório. No entanto, se a convenção do seu condomínio determinar que assim seja feito, é imprescindível que se faça a lavratura no cartório também.

A respeito da manutenção do registro, a ata deve ser conservada por pelo menos cinco anos, preferencialmente no Livro de Atas do condomínio.

Como deve ser feita a ata para assembleias: passo a passo

Para construir uma boa ata de condomínio observe alguns passos que são indispensáveis para ela:

  • Descreva os assuntos que serão discutidos na assembleia e que foram colocados na ata de convocação dela;
  • Trate da abertura da assembleia em si, colocando a hora de início, o quórum, o momento que se deu a primeira e a segunda chamada;
  • Nomeie a composição da mesa da assembleia, seu presidente e o seu secretário;
  • Registre qual o quórum necessário para que seja aprovada qualquer deliberação da assembleia;
  • Descreva se o quórum foi formado já na primeira chamada ou necessitou fazer uma segunda chamada e o horário de cada uma;
  • Transcreva qual a ordem do dia da assembleia;
  • Trate quais foram as deliberações da assembleia, quais os resultados de todas as votações, se houve abstenção e o motivo dela;
  • Registre se houve qualquer discussão extraordinária;
  • Anote quais foram os condôminos que se retiraram antes do encerramento dos trabalhos, bem como o horário em que saíram;
  • Por fim, registre o encerramento da assembleia e tome as eventuais assinaturas devidas.

O que não deve ser feito com a ata de condomínio

Alguns cuidados na confecção da ata podem evitar problemas que possam surgir em decorrência de uma má lavratura.

  • Registre sempre todas as deliberações e votações que ocorreram durante a assembleia;
  • Não deixe de registrar nem mesmo as discussões paralelas que possam ter sido estabelecidas;
  • Lembre-se de registrar os horários em que os acontecimentos mais importantes se passaram;
  • Mantenha a ata sempre transparente aos acontecimentos e, para ser mais fidedigna, mantenha uma gravação deles;
  • Seja sempre transparente e mantenha a ata de condomínio acessível a todos que por ela possam se interessar;
  • Colha sempre uma lista de presença que deve ser assinada antes da assembleia e ao seu fim.

É preciso aprovação do síndico na ata de condomínio?

Embora o síndico seja o responsável por manter o arquivo de atas pelo tempo que determina a convenção, ele não é a pessoa que pode aprovar ou reprovar a ata de assembleia.

Ele é também o responsável pela publicidade das informações contidas na ata, mas não é a pessoa que pode aprovar ou reprovar os registros ali feitos. Essa responsabilidade, vale dizer, é compartilhada por toda a mesa diretiva, que assinará a ata conjuntamente.

A ata de condomínio tem validade?

Por ser um documento previsto na maior parte das convenções de condomínio, a ata tem validade legal e deve ser preservada como um documento dessa natureza. Portanto, se requer muita seriedade na hora de confeccioná-la, mantendo-a sempre o mais fiel quanto for possível aos acontecimentos que se passaram durante a assembleia.

Modelo de ata de condomínio – atualizado em 2020

Preparamos uma cópia de ata de condomínio para que você possa utilizar em suas assembleias:

NOME DO CONDOMÍNIO

Em (data), às (horário), no Condomínio (nome), situado à (endereço completo, bairro, cidade, CEP e Estado) realizou-se a assembleia geral.

Os assuntos discutidos nesta assembleia foram divulgados em ata de convocação de número (número), de forma ampla e irrestrita entre os dias (data) e (data).

Os condôminos presentes na assembleia (nome de cada um) assinam o livro de presença em suas folhas (números) e integram esta ata.

A primeira chamada se deu às (hora) e seu quórum foi de (número de pessoas), iniciando os trabalhos da assembleia OU / E, a segunda chamada se deu às (hora) e seu quórum foi de (número de pessoas).

O SÍNDICO iniciou a assembleia às (hora), solicitando aos CONDÔMINOS a escolha do PRESIDENTE da assembleia.

O escolhido foi (nome), que indicou (nome) como seu secretário.

DISCUSSÕES E ASSUNTOS EM PAUTA NA ASSEMBLEIA

O PRESIDENTE da assembleia, seguindo a ata de convocação, propôs tratativas dos seguintes temas (em ordem de apresentação).

Foram aprovadas, respectivamente, as seguintes soluções (dados da solução e número de votos a favor, contra, abstenções e seus motivos).

ASSUNTOS GERAIS DISCUTIDOS EM ASSEMBLEIA

Ao fim da ordem do dia determinada pela ata de convocação de número (número), discutiram-se também assuntos de interesse geral e que foram previamente propostos pelos condôminos.

As discussões foram (relatar quais foram as discussões).

Por fim, abriu-se a palavra para assuntos relacionados ao condomínio (relatar se houve qualquer discussão e seus resultados).

Por fim, o PRESIDENTE encerrou a assembleia geral, lavrada nesta presente ata.

Cidade, data.

Assinatura e nome do presidente

Assinatura e nome do secretário

Assinatura e nome de todos os presentes

Tire suas dúvidas sobre como funciona uma Assembléia de Condomínios e as principais funções que o síndico deve ter

Conclusão

Conforme vimos, a ata de condomínio é um instrumento legal, previsto na maior parte das convenções condominiais. Sua intenção é a de registrar de forma fidedigna todos os acontecimentos de uma assembleia, suas deliberações, votações, aprovações e demais atos que possam impactar de qualquer forma a vida dos condôminos.

A ata é um documento que deve ser mantido de forma pública e sempre acessível a todos que por ela se interessem, bem como assinada por todos os participantes da mesa dirigente da assembleia.