Síndico Profissional: o que é, quanto ganha e como se tornar um?

Você já pensou em se lançar na carreira de síndico profissional? Saiba como essa profissão vem auxiliando inúmeros condomínios por todo o Brasil!

Com o Código Civil Brasileiro de 2002 tornou reconhecida a profissão de síndico, bem como se tornou legal a modalidade de contratação deste tipo em condomínios brasileiros.

Ao assumir como legal a profissão de síndico, a legislação brasileira abriu um precedente importante, que torna a responsabilidade de um síndico como um marco para a sua profissionalização.

Anteriormente, o síndico era aquele condômino (que é proprietário do imóvel), eleito por uma assembleia e que, por ser morador, tomava conhecimento de tudo aquilo que ocorria em um condomínio.

Atualmente, no entanto, o síndico não é mais, somente, aquela figura que habita uma unidade de um condomínio.

Como se permite que o síndico não seja morador do condomínio em si, se estabelece uma distância que permite observar com mais cautela os acontecimentos condominiais e, assim, tomar decisões melhor embasadas.

Saiba, agora, tudo sobre essa nova profissão!

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Síndico profissional: o que é e o que faz?

Um síndico profissional é o responsável por fazer a gestão e a administração de um condomínio, dos seus recursos, dos seus espaços, investimentos e benfeitorias.

Para que seja contratado, o cargo deve ser avaliado por uma assembleia de condomínio, sem que nenhum morador ou condômino deseje ocupar o cargo.

É importante frisar que, tal como uma eleição de síndico condômino ou morador, o tempo de gestão desse tipo de síndico é de dois anos.

Caso seja aprovado novamente por assembleia, o contrato pode ser renovado pelo mesmo período de tempo do anterior.

O papel do síndico é diferente, então?

Não existem grandes diferenças em relação ao trabalho de um síndico morador e de um síndico profissional.

Na prática, no entanto, o que muda é o fato de que um síndico com profissionalização tem maior distanciamento e, por conta disso, maior imparcialidade na hora de observar as demandas, necessidades e reclamações dos condôminos e moradores.

Assim, como a marca do seu trabalho é a isenção, é possível contar com um profissional muito mais aberto ao diálogo e às decisões pertinentes ao dia a dia dos moradores e condôminos.

Embora o contrato com esse tipo de síndico possa ser mais caro do que a manutenção do pro labore de um síndico morador, é importante frisar que o condomínio pode ter ganhos significativos com a primeira opção.

Além do síndico qualificado contar com o distanciamento do dia a dia do condomínio e, assim, poder contar com um prospecto decisório muito mais objetivo, ele também tem a seu favor a experiência.

Dessa forma, a contratação pode se tornar muito mais vantajosa e se sobrepor ao custo mais elevado.

O que é preciso para ser um síndico profissional?

É preciso, para além de ter uma grande habilidade em mediação de conflitos, ter algumas outras características essenciais para que a sua atuação profissional seja bastante satisfatória:

  • Conhecimento jurídico das principais ferramentas norteadoras do trabalho de um síndico;
  • Ter uma ampla carta de contatos para solucionar rapidamente e com os melhores preços os problemas que possam surgir no dia a dia do condomínio;
  • Estudar com afinco questões administrativas, contábeis, de recursos humanos e de finanças e investimentos;
  • Saber se comunicar de forma assertiva, pontual e, sobretudo, acompanhar o trabalho que foi demandado;
  • Sistemas organizacionais que permitem acompanhar vários condomínios ao mesmo tempo, bem como disciplina para poder tocar um trabalho que é totalmente independente.

Não há, necessariamente, um curso profissionalizante que te forme como síndico profissional.

Quem, no entanto, certifica um bom trabalho é, justamente, o mercado, que opta por algumas contratações e não por outras. Portanto, invista em sua formação, busque desenvolver conhecimentos em cursos e busque também por certificações.

Dessa forma, você ficará melhor preparado para o seu trabalho e poderá, também, aumentar sua carteira de clientes.

Qual a importância do síndico especialista em um condomínio?

Como tratamos, o síndico contratado pelo condomínio, tem um papel fundamental para acompanhar as demandas do condomínio e solucioná-las de forma mais rápida, buscando sempre os melhores fornecedores e prestadores de serviço.

Além dessa celeridade, como a dedicação de um síndico contratado pelo condomínio deve ser muito maior do que a dedicação de um síndico morador, que tem outras demandas em sua vida, é possível contar com mais atenção e maior acompanhamento.

Por fim, o síndico contratado é muito importante quando o assunto é a solução de conflitos, justamente por não estar “contaminado” pelo dia a dia do condomínio, como seria um morador.

Quanto é o salário de um síndico profissional?

O salário de um síndico profissional costuma ser muito atraente, mas depende do contrato feito, do tamanho do condomínio e, também, de cada profissional.

É possível encontrar no mercado síndicos contratados que costumam faturar até quatro mil reais para gerenciar um condomínio de 40 unidades.

No entanto, esse valor pode variar conforme o número de unidades, conforme o padrão do condomínio e, até mesmo, conforme as benfeitorias que ali se encontram e que, assim, determinam também o padrão.

Síndico profissional ou morador: existem diferenças?

Agora, vamos tratar das diferenças entre um e outro, na prática:

SÍNDICO PROFISSIONAL SÍNDICO MORADOR
Mais imparcialidade nas decisões necessárias para administrar o condomínio Maior familiaridade com os condôminos e seus perfis
Mais celeridade na hora de resolver problemas comuns do condomínio Mais atenção às demandas do condomínio, que surgem no dia a dia
Melhor controle financeiro do condomínio, bem como melhor aproveitamento dos recursos, como em investimentos Pode aplicar melhor os recursos financeiros, por perceber as necessidades conforme sua vivência
Acesso rápido a inúmeros prestadores de serviço Contratação de prestadores conforme suas relações de confiança

Razões para ter um síndico capacitado na gestão de um condomínio

Veja, agora, quais são as principais razões para ter um síndico contratado pelo condomínio:

Maior distanciamento do dia a dia do condomínio

Por não estar presente no condomínio diariamente, o síndico contratado tem maior neutralidade na hora de tomar decisões.

Mais celeridade na hora de resolver problemas do condomínio

Além do síndico com qualificação ter essa como a sua ocupação, ele conta com uma gama de prestadores de serviço à sua disposição, enquanto o síndico morador teria de buscá-los no mercado sempre que necessário.

Melhor administração financeira do condomínio

O síndico contratado pelo condomínio é uma pessoa que, por definição, é preparada para lidar com as mais diversas situações financeiras que possam surgir, enquanto o síndico morador pode ter de buscar outros suportes para definir de melhor forma, por exemplo, os investimentos do condomínio.

Maior treinamento para lidar com as relações entre condôminos

À medida que adquire experiência, o síndico contratado pelo condomínio pode se tornar um melhor mediador de conflitos, melhorando, assim, também as assembleias e o dia a dia dos moradores.

Leia também: Saiba o que um síndico deve e não fazer em um condomínio

Conclusão

O síndico contratado pelo condomínio, ou profissional, diferente de um morador é um profissional dedicado a cuidar de um condomínio de forma mais distante e, assim, mais imparcial.

Munido de conhecimentos financeiros, contábeis, de recursos humanos e administrativos, pode fazer com que as contas do condomínio sejam melhor administradas e investidas, tornando, também, economicamente viável o seu trabalho.

Embora possa ter um custo mais elevado do que o trabalho de um síndico morador, as vantagens da contratação podem fazer com que seja muito importante considerar este tipo de trabalho em seu condomínio!

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Seu crescimento foi gradual, inicialmente com pequenos condomínios e posteriormente, de forma sustentada e profissional conseguiu chegar a grandes condomínios e empresas nacionais e multinacionais.

Atualmente a Roche atua em 06 estados brasileiros, possui filial em Montes Claros e escritórios em vários locais do país, se orgulha de ser uma empresa com capital próprio e 100% regular, com todas as obrigações e certidões de regularidade.

Para oferecer um excelente serviço terceirizado de limpeza e conservação a seus clientes, a Roche recruta profissionais de limpeza e conservação no mercado de forma bem rigorosa. Todos são submetidos a avaliações técnicas de procedimentos em execução dos serviços e orientados sobre as mais diversas características de produtos e tecnologias utilizadas nos mercados nacional e internacional.

Nossa equipe elabora relatórios de dimensionamento verificando as reais necessidades do local, treinando nossos funcionários de acordo com suas particularidades, além de acompanhar os serviços com supervisões diárias, garantindo excelência total.

Adicionalmente, o dimensionamento do local dos serviços visa minimizar custos para o contratante.

Usamos os mais modernos equipamentos de limpeza para maior eficácia nos serviços. Realizamos também a substituição imediata em caso de falta e férias de funcionário.

Se necessário realizamos análise e estudo de efetivo para redes de lojas e grandes empresas espalhadas pelo Brasil que desejem contratar serviços terceirizados de limpeza e conservação.

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Como manter Playgrounds em condomínios

Se há crianças no condomínio, com certeza o playground é uma das áreas comuns mais utilizadas. Conservadora em BH é Roche Serviços.

Como manter Playgrounds em condomíniosSe há crianças no condomínio, com certeza o playground é uma das áreas comuns mais utilizadas.

Isso porque ter uma área destinada ao lazer dos pequenos é, ainda, uma das grandes razões de se optar por morar em condomínio.

Porém, como tudo em condomínio, é fundamental que a área seja bem cuidada, de acordo com o que pedem as normas técnicas, e também que conte com boas regras de uso.

Afinal – sempre é bom lembrar -, segundo o artigo 1.348 – V do Código Civil, cabe ao síndico “diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns”. Ou seja, em caso de um acidente causado por negligência na manutenção, o síndico pode, sim, ser responsabilizado.

Portanto, toda atenção é válida ao tratar desse tema, principalmente, em época de férias. Veja abaixo nossas orientações sobre o assunto:

O que deve constar nas regras de utilização do playground:

*Afixar no local as normas de utilização.

*Deverá haver acompanhamento de adulto para o uso

*Estabelecer horário para uso, assim você saberá quando cobrir a caixa de areia, efetuar inspeções e possíveis limpezas ou fechar o portão quando o playground estiver dentro de um cercado.

*Limitar o acesso à caixa de areia, por exemplo, quando a criança portar alimentos – os restos podem apodrecer no local ou atrair animais;

Vale lembrar que é fundamental que as regras de utilização do playground sejam aprovadas em assembleia. Se o RI for parte da convenção, o quórum necessário é de dois terços dos condôminos. Se não, basta maioria simples para aprovar o conjunto de regras.

Cuidados com a areia do playground:

No mercado já existem produtos específicos esterilização de areia. Trata-se de uma fórmula atóxica, capaz de descontaminar a areia e solos, inclusive de vermes, bactérias, vírus, fungos.  Outra alternativa é substituir a areia. Já há no mercado uma areia especial atóxica. Ela é mais fácil de limpar e os gatos não gostam muito dela.

 

Fonte: Sindiconet

Como evitar problemas de convivência entre moradores e empregados do prédio

Como evitar problemas de convivência entre moradores e empregados do prédio?

Os condôminos precisam entender que a relação entre eles e os funcionários é semelhante à de um patrão com o empregado em uma empresa. Sendo assim, o destrato de qualquer morador pode motivar a rescisão contratual automática, com todos os direitos da parte do funcionário, como se ele fosse demitido sem justa causa. Esta situação também gera custos desnecessários ao conjunto residencial.

Prevenção.

Segundo especialistas em administração de condomínios, a melhor forma de prevenir casos como o citado acima é promover a informação e educação dos moradores e funcionários para que tenham uma convivência harmônica.

A orientação é evitar que os condôminos mantenham uma relação direta com seguranças, faxineiros, porteiros e demais empregados. Os moradores devem relatar problemas diretamente ao síndico, evitando atritos. Ainda com relação aos condôminos, uma boa dica é: evite solicitar trabalhos particulares aos empregados, principalmente em horário de serviço no condomínio.

Já com relação aos empregados, eles também precisam estar cientes da conduta correta em casos de destrato por parte de moradores. O funcionário deve comunicar o ocorrido imediatamente ao síndico, que analisará a situação e, se for o caso, advertirá o morador por escrito. Se o mesmo estiver infringindo o regulamento interno, caberá multa, se prevista na convenção. Como evitar problemas de convivência entre moradores e empregados do prédio?

Caso o funcionário agredido física ou verbalmente venha a processar o condomínio, havendo provas de que o síndico tomou todas as medidas cabíveis e não foi conivente, o réu deverá ser o morador que praticou a agressão e não o conjunto residencial.

Acessibilidade para idosos em condomínios

A imagem do Brasil como um país jovem fica cada vez mais para trás. E com a população idosa ficando mais numerosa… Conservadora em BH é Roche Serviços.

Acessibilidade para idosos em condomíniosA imagem do Brasil como um país jovem fica cada vez mais para trás. E com a população idosa ficando mais numerosa, o natural é que as instalações físicas e serviços se voltem para esse público.

Para se ter uma ideia, o poder de compra dessa parcela da população já atrai construtoras e incorporadoras, que cada vez mais apostam em empreendimentos não apenas acessíveis como manda a lei, mas também com facilidades como flats para a terceira idade e itens em condomínios pensados exatamente para os idosos.

Mas no caso de condomínios já existentes, não é preciso esperar que a maioria do condomínio envelheça para que as áreas comuns, a administração, os funcionários e os moradores se adaptem a esta realidade. Afinal, agir e antecipar-se a este fato é um ato de respeito e consideração à uma população rica em experiência e que muito já fez pela nossa sociedade. (leia mais abaixo)

Acessibilidade.

O assunto é tão sério que há até uma norma técnica que trata sobre o tema de acessibilidade: a NBR 9050, de 2004. O documento não é específico para idosos, mas a ideia do chamado desenho universal é que ele sirva para todos, seja um idoso, uma pessoa com necessidades especiais, problemas de locomoção, ou, inclusive, uma criança, um jovem ou um adulto.

Os condomínios construídos antes de 2004 não foram planejados de acordo com as regras de acessibilidade. Porém, o que vem ganhando força é que as edificações que não tenham áreas comuns acessíveis passem por reformas e adaptações para que todos os moradores possam usufruir delas – um direito de todo condômino.

As alterações mais comuns feitas em condomínios para a terceira idade são:

Rampas de acesso: feitas para substituir escadas, devem obedecer a norma 9050 sobre a sua inclinação máxima – já que uma rampa super inclinada não iria ajudar no deslocamento,

Piso antiderrapante: pisos lisos demais ou com muitos tapetes facilitam quedas,

Corrimãos: devem estar em ambos os lados de escadarias, e começar e terminar da parede,

Escada de alvenaria nas piscinas: a substituição de escadas de inox por uma que seja parte da piscina ajuda a todos a entrarem na água de forma muito mais segura,

Aumento da clausura para que caiba ali uma pessoa com cadeira de rodas

Elevadores: o condomínio deve disponibilizar elevadores sempre que não conseguir que suas rampas sigam a NBR 9050,

Adaptação de banheiros: colocação de barras de apoio corretamente em banheiros das áreas comuns,

Adaptação de portas: A NBR 9050 pede que as portas sejam largas o suficiente para que seja possível passar uma cadeira de rodas, que tem, geralmente 90 cm.

Preparar funcionários.

Não é só a parte física que precisa de alteração para atender melhor a terceira idade. Funcionários também devem estar preparados para lidar com esse público diverso.

Fonte: Sindiconet